terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

VEM AÍ NO TEMPO DA BESTEIRA O MAIS NOVO FILME MARANHENSSE


 

No tempo da besteira é o título do mais novo filme maranhense dos diretores Derleon Pereira e Itamar Lima. Dessa vez o filme conta a engraçada história do personagem Zé Besteira que sai de sua terra para se aventurar no meio do mundo, deixando aonde passa muitas confusões e situações engraçadas geradas pela inocência do povo e do próprio personagem.

O filme é estrelado pelos atores Feliciano Popô (Zé Leitão, ai que vida) Toinha Catingueiro (Cleó, ai que vida) Luiz Saraiva e Leilde Menezes.

Os diretores Derleon Pereira e Itamar Lima, em uma entrevista ao blog ,falaram sobre o trabalho e que algumas cenas ainda faltam serem gravadas e vai ser em Poção de Pedras e em um povoado de Monção.

Derleon e Itamar falaram  sobre os obstáculos que estão enfrentando até a conclusão dos trabalhos, mas apesar das dificuldades, algumas pessoas estão dando apoio, como por exemplo os dono das propriedades rurais onde estão sendo gravadas as cenas, o prefeito de Bela Vista do Maranhão, Orias de Oliveira Mendes, seu assessor de comunicação RonnySantos e Alberto da play games de Santa Inês.

Sobre o lançamento de acordo com a produtora Cine Castelo a previsão é que até o mês deabril desse ano, o filme seja lançado 
   


                       



O FILME

                
Depois de um parto bizarro nasce a figura mais besta e esperta de todos os tempos. Zé Besteira (Luís Saraiva) é um pobre matuto que sai de sua terra para se aventurar no mundo e conhecer a cidade grande, mas antes que chegue ao seu destino ele conhece Ciça (Leilde Meneses) que logo ao vê-la se apaixona e em seguida acaba nas mãos do poderoso Coronel Chico Bala (Zé Leitão) e de Maria Cangaço a cangaceira mais temida da região (Toinha Catingueiro). 

Enquanto a cangaceira persegue Zé Besteira pelo sertão, ele vai deixando onde passa muitas confusões e situações engraçadas geradas pela inocência do povo e do próprio personagem.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Quadrilha é presa com mais de 50 kg de drogas em São Luís

 

Segundo informações da polícia, bando era comandado por uma mulher, Quadrilha, já encaminhada para Centro de Triagem, agia também no Piauí.




    A Superintendência de Polícia Civil do Interior (SPCI) conseguiu desarticular nesta sexta-feira (1°) uma quadrilha que traficava drogas no Maranhão, além do Piauí, Pará, Goiás e Mato Grosso. Parte do bando foi preso com mais de 50 kg de pasta base de cocaína, em 46 tabletes, em um hotel na Ponta d’Areia - área nobre da capital. O restante foi encontrado pelos policiais na rodoviária de São Luís, na Avenida dos Franceses. A droga está avaliada em torno de R$ 50 mil e seria distribuída na capital e no Piauí
Segundo a polícia, as seis pessoas estavam sendo monitoradas há pelo menos 20 dias. Com a quadrilha foram apreendidos quatro veículos, a quantia de R$ 7.541,00, 20 celulares, alguns porta-cédulas, cartões de crédito e vários comprovantes bancários que constatam a movimentação dos traficantes. A droga estaria vindo do estado de Goiás.
A SPCI investiga também, se há mandados de prisão da quadrilha em outros estados. O bando foi encaminhado ao Centro de Triagem em Pedrinhas deve ser apresentado na próxima segunda-feira (4) na Secretaria de Segurança Pública do Maranhão.

Começam a valer as regras para motoboys e mototaxistas circularem


Lei exige curso de capacitação e equipamentos de segurança, Detrans e sindicato questionam custo das aulas e falta de escolas.





 
Sob protestos da categoria, começam a valer neste sábado (2) as novas regras para motoboys e mototaxistas exercerem a profissão no Brasil.
Quem descumpri-las poderá ser multado e ter a moto apreendida para regularização. Porém, caberá aos estados decidir se as autuações também serão feitas a partir de hoje.
O item mais polêmico das novas regras é a exigência de um curso de capacitação para os motoboys e mototaxistas. As aulas devem ser dadas por uma instituição autorizada pelos Detrans e podem ser pagas ou gratuitas -fica a cargo do estado e dos municípios decidirem.
Detrans apontam alto custo de curso e falta de locais e pessoal capacitado para dar as aulas
A Associação Nacional dos Detrans pediu, na última quinta (31) que o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) determinasse o adiamento da fiscalização com multas por causa do "alto custo dos cursos", "alto curso dos equipamentos exigidos", "número reduzido de instrutores capacidados" e "número reduzido de instituições capacitadas para os cursos".
Pelos mesmos motivos, o sindicato que representa a categoria no estado de São Paulo organizou um protesto nesta sexta (1º) que percorreu diversos pontos da cidade, causando lentidão no trânsito.
Os Detrans sugerem que a fiscalização comece de forma educativa e cobre, a partir de junho, os equipamentos de segurança obrigatórios, e que só a partir de setembro seja cobrado o curso.
Apostila do curso da CET-SP para motoboys, que é gratuito (Foto: Divulgação)Apostila do curso da CET-SP para motoboys,
que é gratuito (Foto: Divulgação)
O que diz a lei
A lei federal, de 2009, regulamentada no ano seguinte, já devia ter entrado em vigor em agosto do ano passado, mas foi adiada justamente pela falta de locais autorizados a dar as aulas. Sem esse curso e o uso de uma série de equipamentos de segurança, esses profissionais cometerão, segundo a lei, infração grave (5 pontos na carteira de habilitação e multa de R$ 127,69).
Na prática, cabe aos estados definir quando as autuações começam a ser feitas. Em São Paulo, a fiscalização está prevista para começar neste sábado, a cargo da Polícia Militar. No Rio de Janeiro, não haverá muitas nos primeiros 4 meses, informa o Detran. Isso porque cursos só começaram a ser dados no estado nesta semana, em dois únicos pontos.
Como é curso
Com 50 horas-aula, sendo 5 delas de prática, o curso obrigatório para quem faz entregas ou transporta passageiros em moto é ministrado por órgãos que sejam autorizados pelo Detran. Pode ser gratuito ou pago: a decisão é dos estados e municípios. . Parte da carga horária pode ser cumprida à distância.
No estado de São Paulo, o Detran diz que cerca de 21 mil profissionais fizeram o curso. O sindicato da categoria estima que este número seja maior, de 36 mil, somente na capital paulista. Mas ele ainda é muito inferior aos 500 mil motoboys e mototaxistas que existem no estado, sendo 200 mil na capital, também de acordo com o Sindimoto.
Curso para motoboys em
entidade de SP custa, em média, R$ 160, diz o Detran; cidades de São Paulo e Rio têm cursos grátis
Custo do curso
Em São Paulo, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) oferece o curso gratuitamente e diz que disponibiliza incluse a moto para as aulas práticas. O Detran-SP autorizou ainda 17 auto-escolas e 21 postos do Serviço Social do Transporte (Sest) a dar as aulas. Nesses casos, o curso é cobrado e, segundo o departamento, não há valor fixo. O Detran-SP diz que, no Sest, o custo médio é de R$ 160 e que, no ano passado, ofereceu 20 mil cursos gratuitos.
No Rio de Janeiro, o Detran diz que oferecerá cursos grátis com 60 vagas por turma. No Paraná, os cursos são oferecidos por Centros de Formação de Condutores (CFC) autorizados pelo Detran e custa, em média, de R$ 300 e R$ 400, segundo o sindicato local.
Burocracia
O sindicato de SP se queixa também de que a maioria das cidades ainda não regulamentou a profissão de motoboys e mototaxistas. E que na capital, onde isso já acontece, a burocracia atrasa quem quer estar em dia com a lei. Segundo a entidade, 36 mil profissionais já fizeram o curso, mas apenas 15 mil conseguiram o aval da prefeitura.
Cabe aos municípios autorizar ou não esse tipo de atividade no local e como ela se dará. Na capital paulista, por exemplo, não é permitido o serviço de mototáxi. O motofrete é regulamentado em 14 cidades do estado, segundo o Detran.
Acidentes
Além fazerem o curso, os motoboys terão de utilizar equipamentos de segurança nas motos. O capacete, obrigatório por lei, deverá ser acompanhado de proteção para as pernas ("mata cachorro"), antena que corte linhas (de pipa, por exemplo), colete com faixas refletivas e faixas refletivas na moto. No caso dos motoboys, é necessária a utilização de uma caixa (baú) com faixas refletivas e identificação.
Para o ortopedista Marcelo Rosa de Rezende, do Hospital das Clínicas de São Paulo, a exigência desses equipamentos é "um começo" para a redução do número de acidentes. "Eles poderão evitar traumas menores", afirma. A maioria dos traumas de motociclistas atendidos no hospital, segundo ele, são nas pernas, que têm mais contato com os carros.
No HC-SP, 44% dos pacientes atendidos na Ortopedia são motociclistas, diz o médico, mas não é possível determinar se os que trabalham com moto predominam.
Um acidentado com moto internado custa, em média, R$ 40 mil. É um custo muito maior do que oferecer curso gratuito a todos"
Marcelo Rezende, ortopedista
do HC-SP e motociclista
Um levantamento do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do HC feito em 2009 com pacientes vítimas de acidente com motocicleta apontou que apenas 25% dos usuários aprenderam a dirigir em auto-escola; 32% se diziam autodidatas e os demais disseram que foram ensinados por parentes ou amigos.
Saber direção defensiva é o caminho principal, na opinião de Rezende, para combater traumas mais graves. O médico também é motociclista. "Ando de moto há 30 anos, nunca sofri um acidente", conta. "Por isso acredito muito na direção defensiva, no motociclista bem informado, instruído. Não faço apologia do uso de moto, ali se está mais exposto, mas, sabendo disso, me protejo mais."
Para Rezende, o poder público deveria rever os casos em que o curso é pago porque um acidentado com moto pode custar muito mais caro aos governos. "Um paciente internado aqui na Ortopedia custa, em média, R$ 40 mil. Ele costuma passar 18 dias aqui, o que é uma média muito alta. São várias cirurgias, muitas vezes vários dias de UTI. O custo, no fim, é muito maior do que oferecer curso gratuito para todos", avalia o médico.
regras motoboys (Foto: Divulgação/Sindimoto)

Horário de verão termina dia 17 de fevereiro


Foto: Reprodução Internet

O horário de verão, que começou em 21 de outubro de 2012, termina no próximo dia 17 de fevereiro. Os moradores de Estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país, além de Distrito Federal, deverão atrasar o relógio em uma hora.
No Maranhão, não há necessidade de mexer nos relógios, mas é preciso ficar atento para alguns serviços. A partir do dia 18, os bancos, que tiveram o fuso alterado por causa do horário oficial de Brasília (DF), funcionando das 9h às 15h, voltarão a funcionar no seu horário normal de 10h às 16h. Os concursos públicos realizados em São Luís também voltam à hora local. 

Imirante